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Desabafos de um ser em transição

sábado, 26 de janeiro de 2013

Imaginarium

Indiscutível
acaso
esvai
no delimiar
de contra-pontos
atlânticos.

Séquidos
afetos
sublimam
em
arrítmica
dança.

Pisoteio
emotificantes
desapropriam
esperançosa
aleatoriedade
ao prisma
funesto.


domingo, 13 de janeiro de 2013

Stresse

Stresse
rotineiro,
abrupto
invalida
perspectivas,
destrói
sonhos

Psiqué
em florações
descompassadas
rompe
com o desconhecido

O monstro
involuntário
cerca
minhas
reações
e emotificâncias,
a apatia vence.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Why??

Why??
a foreign smile
always
conquer
a universe?

Why??
gentles eyes
lies
to my face
and
all
the emotions
disappear?

Why??
smiley eyes
fool me
all to the end?

Why??
emotionally
tears
makes
me
incredibly
sad?

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Caos hipnótico

Ao ponto cego
curvas infintas
enlouquecem-se
a meio
refretadas
de um equilíbrio
incerto.

Solstícios a
contrabalanceados
descompassados
de uma amplitude
regada
a lamúrias
e murmúrios
detêm-se
a compassos
desprovidos
de melodia.

Ponderações
controvérsias
favorecem
a plenitude
púrpura
de emotificâncias
em desejos
e lampejos

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Na chuva

Dançando
no acalentar
da musicalidade
de gélidas
amigas,
esbaldo-me
sem preocupações.

No tique-taquear
da sutileza
momentânea
do despertar
para o sonho
impulsiona
as notas
embriagadas
de lucidez.

Ao volume
inconstante
da delicadeza
de brisas
e memoriais
translúcidos
rodopio
em harmônico
redemoinho
de emotificâncias
a perder de vista.




sábado, 13 de outubro de 2012

Ao caminho

Enebriastes
cada
gotícula
cristalgada
de minh'alma
para
abster-me
do sufrágio,
supérfluo
do mundo.

Entrantes
em minh'alma
para
assoprar
as areias
de minhas
pirâmides.

Convidastes
o meu
sufrágio
unilateral
para
infiltrar
com
devaneios.

Invadistes
meus sonhos
para
desconstruí-los.

Cruzastes
meu
caminho
para
metamorfosear
meus
ideais
incompletos.




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

(In)comum

Um nó
forte, 
cego, 
sufoca
meu cérebro vermelho,
sequestra 
a brisa, 
aniquila 
minhas vontades.

Uma pressão
extravia 
meus pensamentos
insensatos, 
delirantes
a um emaranhado
emotificante
desconexo.

Um ar 
rarefeito 
se pronuncia
aos intermináveis 
burburinhos
e à intermitente
tempestuosa 
salgada.

Uma dor
incessante
dilacera 
esperançosas 
florações
ao tocante
de singelas 
palavras 
a outrem.