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Desabafos de um ser em transição

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Why??

Why??
a foreign smile
always
conquer
a universe?

Why??
gentles eyes
lies
to my face
and
all
the emotions
disappear?

Why??
smiley eyes
fool me
all to the end?

Why??
emotionally
tears
makes
me
incredibly
sad?

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Caos hipnótico

Ao ponto cego
curvas infintas
enlouquecem-se
a meio
refretadas
de um equilíbrio
incerto.

Solstícios a
contrabalanceados
descompassados
de uma amplitude
regada
a lamúrias
e murmúrios
detêm-se
a compassos
desprovidos
de melodia.

Ponderações
controvérsias
favorecem
a plenitude
púrpura
de emotificâncias
em desejos
e lampejos

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Na chuva

Dançando
no acalentar
da musicalidade
de gélidas
amigas,
esbaldo-me
sem preocupações.

No tique-taquear
da sutileza
momentânea
do despertar
para o sonho
impulsiona
as notas
embriagadas
de lucidez.

Ao volume
inconstante
da delicadeza
de brisas
e memoriais
translúcidos
rodopio
em harmônico
redemoinho
de emotificâncias
a perder de vista.




sábado, 13 de outubro de 2012

Ao caminho

Enebriastes
cada
gotícula
cristalgada
de minh'alma
para
abster-me
do sufrágio,
supérfluo
do mundo.

Entrantes
em minh'alma
para
assoprar
as areias
de minhas
pirâmides.

Convidastes
o meu
sufrágio
unilateral
para
infiltrar
com
devaneios.

Invadistes
meus sonhos
para
desconstruí-los.

Cruzastes
meu
caminho
para
metamorfosear
meus
ideais
incompletos.




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

(In)comum

Um nó
forte, 
cego, 
sufoca
meu cérebro vermelho,
sequestra 
a brisa, 
aniquila 
minhas vontades.

Uma pressão
extravia 
meus pensamentos
insensatos, 
delirantes
a um emaranhado
emotificante
desconexo.

Um ar 
rarefeito 
se pronuncia
aos intermináveis 
burburinhos
e à intermitente
tempestuosa 
salgada.

Uma dor
incessante
dilacera 
esperançosas 
florações
ao tocante
de singelas 
palavras 
a outrem.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Contra-corrente

Incorrespodência
exata
atrasada
aos planos
meticulosos,
arquitetônicos
dos paraísos
artificiais
gélidos
de minha memória.

Indomável
coragem
ao subterfúgio
da sombra
vitimizante
em cada
piscadela
incrédula
de um
eu-lírico
não patriótico
da intra-pessoalidade.

Obscuridade
tortuosidade
sentenciada
aos simbilantes
incisivos
de juiz de paz
caótico,
fáustico,
à plenitude
solene
de um
simples
não.



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Era uma vez...

Das espumas esvoaçantes
brilhos desnorteados
preocupados 
com tamanha explosão
antecedem
inoportúno encontro.

Da singela e cálida
aparição marcada
com altas vibrações
inexpressivamente delimitada
por emotificâncias impropérias.

Cruza-se com
reluzente, límpido
parecer de olhares
extremamente sorridentes
e gélidos
ao tique taquear
de primaveris sombrais
se sentimentalizam.

Aos sons incovencionais,
incomuns
de róseas declamações
em festiva data
afirmam a delicadeza [unificada]
em momentos únicos.
transparecendo a felicidade.

Findos dias
florificáveis
de fragrâncias a 1000/hora
em linda candência
trafegam pipoqueando
em passos
leves imaginativos.